dezembro 26, 2005

A Paixão de Cristo


Ontem de noite eu assisti o filme "A Paixão de Cristo", estava trocando de canal para achar algo interessante quando passei pelo canal 65 da net e estava passando o filme, resolvi assistir, apesar do filme já ter começado. Peguei o filme na parte em que Pedro (um dos apóstolos) nega conhecer Jesus três vezes e este já estava um pouco machucado, dai em diante foi só sangue, dor, sofrimento...
Fiquei apavorada pelo que foi relatado no filme, confesso que chorei muitas vezes, não tem como não se emocionar com o que estamos vendo. Jesus foi um cara muito corajoso, sofreu horrores em suas últimas doze horas de vida, apanhou, foi humilhado, xingado, espancado, ridicularizado, maltratado, crucificado e não reclamou de nada, pelo contrário pediu perdão ao seu pai por aqueles que o condenaram.
É chocante ver tudo pelo que passou o pobre homem, mas o mais chocante é ver que o ser humano é capaz de tamanha atrocidade e maldade.
Não sou católica, mas fiquei comovida pela história contada no filme, agora sei o porque de todos aqueles comentários sobre o filme, dizendo que era pesado, que tinha muito sofrimeno, entre outras coisas. Realmente o filme é bem pesado, mas é um bom filme independente de fé ou religião, pois conta fatos reais, históricos, Jesus realmente existiu e passou por todo aquele martírio antes de morrer, e acima de tudo era um ser humano como todos nós, o resto fica por conta da fé de cada um.

2 comentários:

Nessita! disse...

Eu vi esse filme no cinema. Chorei horrores. De soluçar. Falando sério. Se Cristo realmente existiu, então o sofrimento dele deve ter sido exatamente como o filme mostra. E isso me sensibilizou muito. Esse filme é show. É duro. É cruel. Mas foi bem assim mesmo.

Zas Trás disse...

E ele existiu mesmo..e até a ciência admite sua passagem por aqui. Mas o maior sofrimento não foi o cruel calvário, e sim, sua descida dos planos superiores até nós, o que demorou aproximadamente mil anos terrenos. Imagine sairmos de nossas casas, limpas e cheirosas, e nos enfiarmos em um escafandro pesado, para descermos no lodo fétido de um pântano imundo....seria mais ou menos essa analogia para entendermos o real sacrifício que esse ser, já nos estágios mais avançados da evolução, fez para nos deixar um simples e poderoso remédio para todos os males da nossa ainda incivilizada sociedade : o Amor